Fonte luminosa embeleza praça central

A nova fonte luminosa está funcionando desde o dia 11 de maio, na Praça Cel. Fernando Prestes.

Muitas pessoas, especialmente turistas que visitam Pilar do Sul, comentam a beleza da nova atração. E aproveitam para tirar fotos, enquanto desfrutam da calma que a cidade oferece.

A população pilarense aguardava com ansiedade o término da reforma da fonte que embeleza a cidade.

 

Um pouco da história de fontes (ou chafarizes) e coretos

Um fontanário ou chafariz, às vezes chamado somente por fonte, é uma construção ornamental ou não, provida de uma ou mais bicas, de onde jorra água potável. Geralmente situa-se em local aberto à visitação pública, como praças e jardins. Pode ser erigido com diversos propósitos: manter a umidade do ar, saciar a sede, servir de ornamento ou decoração.

Tal como foi descoberto em pinturas tumulares no ano 3.000 a.C. os egípcios plantavam jardins entre muros à volta das suas casas. Com o decorrer do tempo, esses jardins passaram a ser externos providos de lagos retangulares com peixes e rodeados por filas de árvores de fruto e plantas ornamentais.

Nas terras altas da Mesopotâmia, os assírios e os persas projetavam jardins retangulares rodeados por muros e irrigados por lagos e canais que usufruíam da sombra de vastas extensões de árvores. Estes jardins simbolizavam o paraíso e inspiravam os motivos representados nos tapetes persa, motivos esses que chegaram até aos dias de hoje.

As casas romanas, semelhantes às gregas, incluíam um jardim rodeado de colunas, tal como se encontra descrito nas pinturas murais em Pompeia. Os vastos terrenos da vila do imperador Adriano, perto do Tivoli (século II a.C.), revelavam magníficas paisagens, assim como o povo romano usufruía dos jardins que integravam os banhos públicos. Em Portugal, a Fonte do Ídolo é um santuário da época romana de Bracara Augusta dedicado à divindade fluvial Tongoenabiagus.

Coretos são construções situadas nas praças públicas. Inicialmente eles eram um espaço de descentralização e democratização cultural. Surgiu com os ideais de igualdade da Revolução Francesa, quando a cultura saiu dos ambientes fechados e pode ser exposta nas áreas públicas. Os coretos foram palcos de manifestações políticas e testemunhas de transformações sociais. (Fonte: Internet)