Pais reclamam de falta de manutenção em prédios escolares

A falta de manutenção e reparos de alguns prédios que abrigam escolas da rede municipal de ensino tem gerado reclamação de pais de alunos, que temem pela segurança e saúde de seus filhos.

Os prédios apresentam rachaduras, salas de aulas com buracos no forro (por causa de cupins) e alagamento quando chove (o telhado apresenta problemas também), caso específico da Escola Municipal de Educação Infantil “Profª. Maria Terezinha P. Yasuda.

Os vereadores Luiz Antonio de Proença (PV), Miguel Pereira Domingues (PMDB), Antonio José de Matos (DEM) e “O Jornal” constataram a veracidade das reclamações em visita à citada EMEI.

Segundo os vereadores Luiz Antonio e Miguel Pereira, em visita à EMEI Profª. Jane Rechinelli Piloto constataram problemas gravíssimos na estrutura do edifício recém construído.

“O Jornal” contatou o vereador Luiz Antonio de Proença para saber que providências seriam tomadas, por eles, para proceder, em caráter emergencial, sanar os problemas e tranqüilizar os pais preocupados com a saúde e integridade dos filhos matriculados nas escolas citadas.

Segundo o vereador, como não havia tempo hábil para inserir a matéria em questão na pauta da Sessão Ordinária do dia 30 de abril, o mesmo elaborou um Projeto de Resolução propondo a criação da comissão provisória para uma avaliação, com apoio técnico, da situação dos prédios em questão. “Durante a sessão, cumprindo o regimento, apresentei requerimento por escrito e assinado por um terço dos vereadores: eu, Antonio J. de Matos, Miguel P. Domingues e Takashi Iryama, solicitando urgência especial ao Projeto de Resolução, que aprovado, levaria a Câmara a discuti-lo ainda naquela sessão. Para nossa surpresa (ou não?), o recém indicado Líder da Bancada da Situação, vereador Marcos Fábio Miguel dos Santos, comandou a sua bancada no processo de votação do Requerimento e rejeitaram-no por seis votos contra e quatro a favor. Votaram contra o Requerimento os vereadores Marcos Fábio, Karla Pagianotto, Luiz Brisola, Cristina Brisola, Giovanni Paiotti e João Batista. Agora o Projeto deverá ir em rito normal para as comissões e dependerá da boa vontade desses mesmos vereadores para ser aprovado”, explica o vereador. E enfatiza: “A pergunta que me resta é: Qual é a dificuldade destes vereadores em entenderem que antes de partidários eles devem zelar pelo bem estar e segurança da população?”, enfatiza.