Pilar do Sul marca presença na JMJ

Durante a vinda do papa para o Brasil, dentre os três milhões e meio de pessoas um grupo de Pilar do Sul, com aproximadamente 30 pessoas, fez parte da multidão na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro. O grupo foi pela Paróquia Bom Jesus do Bonfim, percorreu a viagem de ônibus locado, saindo da cidade na quinta, 25, e voltando na segunda, 29 de julho.

A viagem durou em torno de 7 horas. Chegando ao Rio, o grupo parou em Santa Cruz, para pegar a mochila peregrina, contendo squeeze de água, crachá, cruz da peregrina, livros, boné, camiseta, mapa do Rio e cartões de refeição e transporte.

O grupo pilarense ficou alojado no Rio em uma casa de família colaboradora da jornada, que se localizava no Bairro Campo Grande, a 60 km de Copacabana, três horas de viagem de onde aconteceram as concentrações, passagens e missa.

Durante os dias que ficaram no Rio, puderam visitar poucos lugares turísticos, pois tudo era muito longe e demorava muito. Segundo eles, conseguiram ver o papa apenas uma vez de relance, no papa móvel.

Para Regiane Mazzer, 30, produtora cultural, mesmo vendo o papa uma vez e de relance já bastou a felicidade. “É muito emocionante vê-lo, porque você imagina quem ele é, a autoridade que tem, e está ali na sua frente, é incrível”, completa.

Segundo os participantes tudo estava muito bem organizado, apesar de haver pessoas acampando na praia e nas calçadas de Copacabana. Havia polícia e pontos de atendimento médico em todos os lugares. As pessoas eram animadas, com grande alto astral. Estavam sempre cantando e dançando, com muita paz e organização.

O grupo não conseguiu assistir a missa, até dormiram na rua no sábado para tentar conseguir um bom lugar, mas segundo eles, a praia de Copacabana estava muito cheia e não conseguiram ver a missa de perto.

Para Vitória Eugênia, 17, estudante, participar da JMJ superou as expectativas, foi algo maravilhoso, inesquecível e inexplicável. “Durante o evento, nos deparamos com pessoas dos quatro cantos do mundo, pudemos partilhar nossas histórias, conhecer novas culturas, nos desafiamos ao tentar se comunicar com os estrangeiros; percebemos que, no fundo, todos falavam a mesma língua, a do amor”, conta Vitória.

Por: Jéssica Nascimento

Foto: Regiane Mazzer